Mostrando postagens com marcador vestido. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vestido. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Vestido pronto!

Então, eu ia desistir de atualizar o blog, pensando que ninguém lê isso aqui mesmo. Mas não é verdade. Minha amiga, quase irmã e agora madrinha, Letícia, continua visitando meu cantinho, hahaha...

Eu continuo bem surtadinha, sofrendo de insônia, ansiedade, palpitações, tensão, dores nas costas, enfim, noivice aguda. Mas até que tenho conseguido fazer bastante coisa. Se eu não inventasse tanta moda provavelmente agora estaria bem tranquila, com 100% do meu check list preenchido. 

Em vez de fazer aquela lista gigantesca de novidades e afazeres, serei breve (em respeito a minha única leitora, hahahaha).

Meu vestido, que havia mandado ajustar, ficou pronto. E perfeito! O costureiro fez ainda a armação do vestido, que também ficou ótima. Deixo aqui a super indicação, acabamento excelente, prazo prometido (1 semana) cumprido e o preço, gente, mais honesto impossível. Foram R$ 15,00 (isso mesmo, QUINZE REAIS) para o ajuste no busto do vestido e R$ 60,00 para a confecção da armação. O Leo também faz vestidos de festa, noiva, daminha, confecciona e ajusta roupas em geral. E é um querido. Super indico! Leo Leone: (41) 8446-4280.

Depois volto para contar de outros detalhes.

Beijos!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O vestido

Não sei se sou eu que tenho problemas, mas não consegui - ainda - vivenciar todo esse drama em torno deste que é, para a maior parte das noivas, mais do que um simples traje, mas verdadeiro personagem da festa, disputando lugar de protagonista com a própria noiva: o vestido. 

Deve ser culpa do sangue árabe que corre em minhas veias o fato de eu achar ABSURDO gastar uma dinheirama numa roupa, seja ela qual for. Nas minhas roupas de dia-a-dia, tenho a maior dificuldade em abrir a mãozinha para pagar qualquer preço que chegue a 3 dígitos. Quase tudo que eu tenho custa menos de R$ 100,00, com exceção de casacões de inverno, alguns sapatos e uma ou outra peça mais especial. 

Com o vestido de noiva, claro que a pão-durice não seria diferente. Acho que a gente perde a noção de muita coisa quando começa a falar de casamento. Por exemplo: quanto você paga normalmente numa maquiagem? Na minha formatura, fiquei maravilhosa e minha maquiagem durou até o dia seguinte, inclusive durante a ressaca após o baile, e paguei, sei lá, algo entre R$ 50,00 e R$ 70,00. Por que diabos eu deveria achar normal pagar mais de R$ 1.000,00 pra me maquiar para o casamento??? Habla serio! Uma amiga me contou que pagou o equivalente a 2 salários mínimos na sua maquiagem, eu caí dura. Como assim, meu Deus? Isso aí é maquiagem ou cirurgia plástica? Transformou você na Gisele Bündchen???

Ok, perdi o foco, desculpa aí, faço isso sempre. Vamos então ao que interessa: o meu vestido.

Quando Mr. Guerra e eu decidimos morar juntos, chegamos a pensar em fazer uma cerimônia meio improvisada, um microweeding, porque mini já era muito mais do que podíamos, já que compramos uma casa, reformamos, mobiliamos e tudo mais. Então eu saí à caça de um vestido simples para o que seria meu pseudo-casamento. 

Um dia, vi na vitrine de uma loja no shopping um vestido que amei. Uma pegada retrô, até a altura dos joelhos, saia beeem rodada. Só que ele era roxo com detalhes em preto. Entrei totalmente despretensiosa e perguntei: "moça, por acaso você tem esse vestido da vitrine em branco?".

Ela respondeu: "tenho sim, mas uma noiva está provando". Obviamente, a simples possibilidade de o vestido lindo ser levado por outra noiva que não eu me deixou maluca. Fiquei ali torcendo, rezando pra ficar feio, pra ela não gostar, pra não sentir que era pra ela. A moça sai do provador e diz pra mãe: "ficou bonito, mas eu preferia o pink" (sim, também havia o mesmo vestido em pink).

Eu só faltei me meter e dizer: "isso aí, muito mais moderno, acho ridículo casar de branco, super demodê". A desgraçada mãe, no entanto: "filha, mas esse vestido já é bem diferente [ele é branco, porém todo com detalhes em preto]... Se você for de pink, quem vai saber que você é a noiva?". A moçoila total sem personalidade concordou com a mãe e resolveu levar o MEU vestido.

Fiquei arrasada. A vendedora resolveu dar uma olhada no estoque. E encontrou o MEU vestido, só que no tamanho P (eu queria o M). Não custava provar, né? Ficou perfeito! Do jeitinho que eu queria!

Foi só então que decidi perguntar o preço. Não vou contar pra vocês, porque não me lembro, já que isso foi há quase dois anos vocês vão ficar me achando uma pobretona que vai casar com um vestido barato. Mas digo que foram apenas 3 dígitos: R$ x00,00 (xizentos reais). :)

Claro que até a data do casamento terei que me livrar de todos os quilinhos extras que ganhei desde o feliz dia em que eu coube num vestido tamanho P.

Não descarto a possibilidade de me apaixonar por outro vestido, surtar para possui-lo e vender um rim para tanto. Mas, por enquanto, estou satisfeita com meu queridinho, bem guardado lá na casa da minha mãe!

Agora, talvez você esteja perguntando: "Mas, Oksana, e o microwedding, que fim levou?". Pois bem. Um dia, Mr. Guerra abriu seu coração e disse que aquela cerimônia improvisada não era nada do que ele queria para nozes. Disse que sabia que um casamento legal era um sonho meu, e que ele queria realizar esse sonho.

De fato, se tivéssemos feito aquela festa improvisada, jamais faríamos o casamento do jeitinho que queremos, como estamos fazendo hoje. Valeu a pena esperar o momento certo, após o lindo pedido de casamento que me surpreendeu no meio da nossa viagem de férias, quando eu menos esperava... Mas esse já é outro assunto.

Beijos